Missão

Contribuir para a massificação do pagamento electrónico em Angola e para a eficiência geral do sistema de pagamentos angolano, garantindo segurança, eficácia, comodidade e inovação, ao menor custo possível.

Visão

Posicionar-se como operador tecnológico de referência de sistema de pagamentos a nível nacional e do continente africano.

Valores

Integridade: Respeitamos os mais elevados padrões éticos.

Cooperação: Reconhecemos na cooperação o sustentáculo de sistemas de pagamento partilhados.

Orientação para o cliente: Procuramos sempre as versões mais valorizadas pelo cliente final.

Rigor: Cumprimos com rigor os nossos compromissos e prestamos contas de forma regular e transparente.

Qualidade: Pomos qualidade em tudo o que fazemos.

Segurança: Privilegiamos a segurança acima de tudo.

Formação contínua: Acreditamos que o homem é a base do desenvolvimento sustentado.

Órgãos Sociais

Membros do Conselho de Administração

Presidente do Conselho de Administração (em representação do BNA)

  • Dr. Pedro Maiangala Puna (em representação do BNA)

Presidente da Comissão Executiva

  • Eng. José Gualberto de Matos

Administradores Executivos (integrantes da Comissão Executiva)

  • Dr. Victor Humberto Ferreira de Almeida
  • Eng. Edgar Bruno da Costa

Administradores não-Executivos

  • Dr.ª Maria de Fátima da Silveira (em representação do BPC)
  • Dr.ª Otília Carmo Faleiro (em representação do BFA)
  • Eng. Fernando Aleixo Duarte (em representação do BIC)
  • Dr. Helder Aguiar (em representação do BAI)
  • Dr. Paulo Fernando Tomás (em representação do BMA)
  • Dr. Sandro Pereira Africano (em representação do BNI)
  • Dr. João Batalha dos Santos (em representação do BCI)

Mesa da Assembleia Geral

Presidente da Mesa da Assembleia Geral

  • Dr. Eduardo Pinto (em representação do Banco BE)

Secretários da Mesa da Assembleia Geral

  • 1º Secretário: Dr. Joaquim Briote (em representação do FINIBANCO)
  • 2º Secretário: Dr. Alegria Daniel Caxito (em representação do BCH)

Membros do Conselho Fiscal

Presidente do Conselho Fiscal

  • Drª Carla Van-Dúnem (em representação do BSOL)

Vogais do Conselho Fiscal

  • 1º Vogal: Dr. Rui Miguéis de Oliveira (em representação do BKEVE)
  • 2º Vogal: Dr. Tiago Contente (em representação do SBAO)
  • Vogal Suplente: Dr. Sabino Silva (em representação do BANC)

Comissão de Vencimentos

  • Coordenador: Dr. António Ramos da Cruz (BNA)
  • Dr. Emídio Costa Pinheiro (BFA)
  • Dr. Rosário Simão Jacinto (BPC)

Mensagem do Presidente do Conselho de Administração

Caros Accionistas da EMIS,

É sempre com imenso prazer que cumprimos este dever sagrado de prestação permanente de contas, em particular no final de cada exercício económico, com a apresentação do Relatório, Balanço e Contas do ano findo (2016). Fazemo-lo em conformidade com os Estatutos da Sociedade e com a Lei em vigor.

Excelências,

A grave crise que assola o País desde finais de 2014 parece teimar em permanecer apesar dos esforços multiformes das autoridades e da sociedade em geral em inverter a situação. A actividade da EMIS desenvolveu-se, pois, num ambiente económico adverso, onde os Bancos, nossos accionistas, não se viram imunes das adversidades conjunturais. Neste contexto, revelou-se necessário redefinir estratégias com permanente reajuste do Plano de Negócios da Empresa, sem comprometer grandemente as metas até então programadas, tendo em conta a prossecução dos objectivos traçados, os níveis de eficiência, a performance e robustez já alcançados pela sociedade, no passado recente.

Através do Relatório Mensal distribuído pela nossa Comissão Executiva, os senhores accionistas foram sendo informados, ao longo do Exercício, não só das nossas dificuldades decorrentes desse ambiente desfavorável mas também do esforço empreendido para manter o ritmo de crescimento iniciado no passado mais recente, o qual, obviamente, foi conhecendo um notório abrandamento.

Apesar deste ambiente desfavorável foi possível garantir o alargamento da capilaridade da rede bancária pelo País fora e, com ele, a oferta de uma gama de serviços financeiros diversificados, favorecendo a bancarização da população e a sua inclusão financeira. Este esforço assinalável, conjugado com os Bancos, garantiu-nos o alargamento do parque de terminais, cujo crescimento, entretanto, ficou em 4,8% para os ATM’s e em 9,7 % para os POS’s, um pouco abaixo do registado no Exercício de 2015.

Com engajamento técnico e perspicaz dos quadros da EMIS, os ATM’s da Rede MULTICAIXA deixaram de ser simples dispensadores de notas para se transformarem também em plataformas de execução de múltiplas operações bancárias, nomeadamente o pagamento de serviços, transferências e compensações interbancárias, etc. Na mesma proporção, cresceu ligeiramente (5,9%) o número de clientes titulares de cartão MULTICAIXA, enquanto o volume de transacções na rede cresceu 15,4%, contra os 24,5% registados no ano anterior.

Dentro das limitações ditadas pela conjuntura, a Administração da sociedade prosseguiu o seu engajamento na diversificação do painel e da natureza de produtos e serviços hoje disponíveis na Rede, para satisfação da população. É óbvio que muito ainda há por fazer, neste domínio, em benefício da população.

Com sucesso, concluiu-se o Projecto MASTERCARD que, desde 2015, já faz parte da história. Ainda em standby encontra-se o desenvolvimento e implementação do projecto dos pagamentos móveis, o qual atrasou-se devido à dificuldade em se definir uma estratégia conjunta com os outros players, nomeadamente os operadores móveis. No entanto, a sociedade decidiu avançar com o projecto do levantamento sem cartão e com o desenvolvimento de uma carteira móvel de cartões, integrados no programa designado por MULTICAIXA EXPRESS.

Não faria sentido terminar esta minha comunicação sem antes sublinhar duas importantes questões relacionadas com as contas da Empresa. A primeira diz respeito ao apoio recebido do BNA, com vista a regularizar o empréstimo em aberto junto do sindicato bancário liderado pelo Banco Económico, e que permitiu edificar o CENTO INFORMÁTICO SEGURO da Sociedade. A segunda diz respeito à transformação em capital social dos suprimentos de cerca de 14 milhões de USD que os accionistas vinham detendo junto da EMIS. Trata-se, evidentemente, de uma importante e significativa reestruturação financeira da sociedade, criando condições para uma operação mais consentânea com o seu perfil de empresa instrumental do sistema de pagamentos de Angola. É nesse sentido que devem ser interpretados os resultados do exercício.

Finalmente, e depois de devidamente escrutinadas pelos Auditores Externos, nos termos da Lei, quero e apraz-me, em nome do Conselho de Administração da EMIS, submeter a V.Exas o documento que se segue, isto é, o Relatório, Balanço e Contas do Exercício de 2016, elaborado com o rigor que se impõe.

Com efeito, e a terminar, quero, em meu nome pessoal e em nome do Conselho de Administração da Sociedade, agradecer o apoio indefectível e sempre pronto de todos, em especial do Governo do BNA, na condução da política da Empresa. Aos trabalhadores e Quadros da Empresa quero também dizer “muito obrigado” pelo seu saber e pelo esforço abnegado sempre revelado por todos ao serviço da nossa estimada EMIS,

PEDRO PUNA - (PCA-Chairman)

AccionistasCapital Social
Valor (AOA)%Nº Acções

355.719.00039.09%355.719

59.150.0006.50%59.150

56.420.0006.20%56.420

42.406.0004.66%42.406

42.133.0004.63%42.133

37.219.0004.09%37.219

28.028.0003.08%28.028

24.206.0002.66%24.206

22.022.0002.42%22.022

20.839.0002.29%20.839

20.202.0002.22%20.202

Caixa Angola

20.111.0002.21%20.111

19.110.0002.10%10.110

18.928.0002.08%18.928

18.018.0001.98%18.018

17.927.0001.97%17.927

17.927.0001.97%17.927

17.927.0001.97%17.927

17.927.0001.97%17.927

17.927.0001.97%17.927

17.927.0001.97%17.927

17.927.0001.97%17.927
Totais910.000.000100%910.000

As acções têm um valor nominal de 1.000.